Informações de contato

Rua Dimpina Pereira Schwartz, 186
Bairro: Governador Roberto Silveira, Itaperuna-RJ

Estamos prontos para te atender
NEGóCIOS

PEQUENOS NEGÓCIOS, GRANDES SONHOS

Convidamos um Dream Team de personalidades da cidade para mostrar quem são os pequenos empreendedores locais dos quais eles não abrem mão do produto que produzem.

Por Vitória Pontes

Fotos Paula Brum e Alair Borges

Se antes a cidade já passava por uma turbulência financeira por conta das enchentes do início o ano que causou uma queda gigantesca nas vendas de produtos e serviços por aqui, o que dirá durante a pandemia. A soma dos dois fatores negativos vem causando um verdadeiro terremoto na economia da Pedra Preta e somar esforços em torno desse restabelecimento é primordial para que tenhamos fôlego para seguir em frente.

E se para as empresas mais bem estruturadas a situação já é caótica, que dirá para aquele pequeno empreendedor que praticamente executa sozinho seus sonhos transformados em produtos.

Acreditamos que nesse momento delicado, mais do que nunca, apoiar o pequeno produtor é função nossa e então a gente propôs um desafio para 7 personalidades bem conhecidas de Itaperuna para que cada uma nos mostrasse de qual pequeno produtor ele mais consome e porquê.

A ideia é dar luz a essa turma talentosa, corajosa e criativa e mostrar que eles trabalham muito e produzem com carinho e muita qualidade.

E você pode se tornar um cliente deles também. Porque não?! Afinal, como falamos, apoiar nossos pequenos produtores é apostar no futuro de Itaperuna.

PS: Fizemos as fotos todas num dia só, cada um em seu ambiente de trabalho, munido nos bastidores de todos os itens de segurança.

Luciana Picanço não abre mão dos sabores produzidos pela Daniela Dominick, da Nutrivitta

 

Num momento como o que estamos passando, é fundamental que o lojista, em especial aquele que possui uma loja física, não perca o contato com os clientes. Mas para quem administra três lojas físicas, uma casa e ainda divide o tempo entre o marido e os dois filhos, uma pandemia é só mais um obstáculo a ser vencido. Esse é o caso de Luciana Picanço, empresária que cresceu dentro do comércio do pai, com quem trabalhou durante muitos anos sendo o seu braço direito. Administradora e advogada, Luciana sempre traçou seus caminhos de acordo com as necessidades da empresa. Atualmente, a empresária divide o seu tempo entre a Casa Shop, a Criare e a Casa Shop Locação, que aluga móveis para eventos e afins em Itaperuna e região. Ela também é dona da Veste Center, loja de esportes que comprou do pai por acreditar muito no ramo fitness.

Para dar conta de tudo e ainda se manter saudável, Luciana conta com a ajuda da Daniela Dominick, da NutriVitta.

“A Daniela é uma pessoa que está no meu dia-a-dia. Eu viajo bastante e é raro encontrar produtos sem glúten e sem lactose com a qualidade que ela me entrega. O melhor é que mesmo com a loja fechada, ela continuou a produção e não me deixou sem meus pães, biscoitos e o delicioso bolo de chocolate. Nessa crise, certamente eu não teria acesso a isso se não fosse o delivery.”

A NutriVitta nasceu em Rio das Ostras, onde a itaperunense Daniela morava. Ao voltar para Itaperuna, a empresária, mãe de uma criança autista, encontrou uma grande carência de lojas de produtos naturais que fosse completa e tivesse uma produção voltada para produtos sem glúten, sem leite, sem soja e sem conservantes. Vendo essa necessidade, Daniela resolveu, junto com o marido, comprar a loja e trazer pra Itaperuna. Hoje, a NutriVitta já está há 4 anos no mercado e conta com uma cafeteria e um cardápio variado com produtos deliciosos que podem ser consumidos por pessoas com intolerância e/ou alergia.

Infelizmente quando a crise chegou, os pequenos empreendedores com ela, sentiram demais. A NutriVitta ainda estava em crescimento e o capital de giro é baixo, já que todo o dinheiro era e é reinvestido na loja.

“Assim como a maioria das pessoas, eu não tinha uma reserva em dinheiro para poder sobreviver pelo período de isolamento social, logo, eu precisava arrumar uma maneira de continuar a vender. Foi aí que percebi que precisava me reinventar e a ideia foi: como levar o produto ao cliente que não pode vir à loja? Então, nós investimos no delivery.” – conta ela.

A empresária já trabalhava com o delivery antes da crise, mas como a demanda de entregas aumentou com a pandemia, ela se viu obrigada a aperfeiçoar o serviço. Pro futuro, a meta é melhorar cada vez mais e continuar trazendo novidades que agradem aos paladares de adultos e crianças.

“Com certeza nós vamos continuar com o delivery e a outra coisa importante que eu aprendi nessa crise é que nós temos que ter um fundo de reserva.” – finaliza.

“Assim como a maioria das pessoas, eu não tinha uma reserva em dinheiro para poder sobreviver pelo período de isolamento social, logo, eu precisava arrumar uma maneira de continuar a vender. Foi aí que percebi que precisava me reinventar (…)”

@nutrivittanaturais

O beauty artist Jackson Alves é fã da comida congelada e dos produtos fit da Paula Valentim

O fecha fecha do comércio e de praticamente toda rede de serviços fez com que os profissionais de beleza como cabeleireiros, manicures e maquiadores se vissem sem clientes de uma hora para a outra. Porém, mesmo diante de um cenário intimidante, é sabido que esse é um mercado confiante e com uma alta capacidade de recuperação. Um exemplo disso é o “Efeito Batom”: quando mesmo na crise, o consumo permanece apenas pela sensação de auto-recompensa. Pensando nisso, alguns profissionais estão conseguindo se reinventar de diversas formas para estar próximos de seus consumidores.

Jackson Alves é um deles. Cabeleireiro, maquiador e instrutor em uma instituição de ensino na área da beleza, o profissional é o preferido de muitas noivas, debutantes, formandas e madrinhas, além de trabalhar na produção das capas e editoriais poderosos de Estilo Off. Ele acredita que nessa crise, o importante é não se apavorar, mesmo admitindo que os eventos – de onde vem uma grande parte de seus clientes -, será um ramo que irá demorar a se normalizar. Enquanto isso, Jackson tem feito trabalhos personalizados prestando consultorias, além de dar alguns cursos online e atender às clientes que não podem esperar a pandemia passar para registrar o momento, como é o caso das gestantes, por exemplo. Todos os trabalhos do maquiador são feitos dentro das normas de segurança, usando máscaras e esterilizando os objetos.

Recluso em casa na maior parte do tempo, Jackson precisou procurar ajuda para se alimentar de forma saudável e quem facilitou essa procura foi a nutricionista Paula Valentim.

“Conheci o trabalho da Paula assim que ela se formou em nutrição. Comecei fazendo alguns procedimentos em seu consultório e nós nos tornamos amigos. O bacana do trabalho dela é que ela faz prescrição nutricional e entrega as refeições congeladas e na porção certa. Apesar da palavra “dieta” assustar por nós acharmos que vamos ter que parar de comer aquelas coisas gostosas que estamos acostumados, ela tem o dom de adaptar as refeições ao seu dia-a-dia de forma leve e gostosa.” Afirma o beauty artist.

Nutricionista de formação e cozinheira por amor, Paula Valentim, que antes da pandemia atendia apenas em seu consultório e fazia as refeições congeladas somente para as suas pacientes, abrindo poucas exceções, se viu numa situação delicada.

A mudança repentina na rotina de muitos brasileiros fez com que várias áreas da vida sofressem alterações e as pessoas já começaram a sentir a diferença na balança.

Levar marmita ao trabalho, por exemplo, já se tornou bastante comum entre as pessoas que almejam manter uma alimentação equilibrada e mais saudável, porém, já que parte da população se encontra isolada em suas residências, pedir comida virou parte do cotidiano de muitos. Porém, para que as refeições sejam de fato balanceadas e ricas em nutrientes, é preciso tomar alguns cuidados, e é aí que entra o trabalho de Paula.

A profissional, que via nas comidas congeladas uma forma de deixar mais prática a vida de seus pacientes, precisou fechar as portas de seu consultório devido ao isolamento social. Foi nesse momento que ela decidiu se dedicar à sua outra paixão: cozinhar! Paula então focou ainda mais na elaboração do cardápio e aumentou o fornecimento de comidas congeladas práticas, gostosas e saudáveis. Foi sucesso! Em pouco tempo, as marmitas ganharam novos adeptos e Paula, novos pacientes!

“Eu amo o que faço! Graças a Deus, aumentei mais um segmento em minha profissão, além de ter conhecido pessoas especiais que agora também fazem parte da minha carteira de clientes e prossigo com fé de que tudo passará em breve.” – conta ela.

“Eu amo o que faço! Graças a Deus, aumentei mais um segmento em minha profissão, além de ter conhecido pessoas especiais que agora também fazem parte da minha carteira de clientes e prossigo com fé de que tudo passará em breve.”

@comidapraticasaudavel

A nutricionista Denise Carvalho é adepta fiel dos produtos orgânicos do Agro Eco Avaí

Ter uma alimentação saudável é uma boa opção para a saúde e o bolso do brasileiro durante a crise. Com os preços dos alimentos subindo cada vez mais, muitos estão buscando substituições para se alimentarem melhor nos tempos de pandemia.

A nutricionista e coordenadora do curso de Nutrição da UNIG, Denise Carvalho, vem driblando a crise comprando alimentos produzidos organicamente no Sítio Agroecológico Avaí.

“Sempre procurei trazer alimentos saudáveis para minha casa e vida, contudo há bem pouco tempo não era tão fácil assim. Junto a isso, ainda havia a questão do valor, pois os alimentos orgânicos eram mais caros. Hoje em dia, com o incentivo ao cultivo e a preocupação com a saúde, se tornou uma coisa mais acessível a todos.” – conta Denise.

Otimista nata, a profissional acredita que todos sairão desse momento caótico como pessoas melhores, com sentimentos mais aguçados e valorizados. Obviamente, a crise também afetou seu trabalho, mas em contraponto, a fez recriar uma nova maneira de atendimento: para não deixar de cuidar de seus pacientes, ela optou por fazer consultas por videochamadas, o que trouxe a ela muita satisfação e, de certa forma, bastante crescimento.

A profissional é concisa ao dizer que prefere investir seu dinheiro com “comida de verdade” do que com remédios na farmácia. Para ela, isso é uma questão de escolha, de estilo de vida e de priorizar a saúde.

Em sua casa, Denise mantém uma hortinha orgânica e sempre orienta seus pacientes para que também tenham uma horta em casa, seja num vaso ou direto no solo. Para ela, o importante é ter um cantinho dedicado ao plantar, cuidar e colher. “Faz bem para o corpo e pra alma”!   Alerta.

Por acreditar nas pessoas que fazem o bem e apostar nelas, a nutricionista reconhece e admira o trabalho do Jandyr, profissional que cultiva alimentos da maneira mais natural possível e faz disso o seu meio de vida. Para Denise, oferecer produtos “limpos”, que só trazem benefícios à saúde de quem os consomem, é pensar no próximo.

Sobre o trabalho de Jandyr, ela é enfática: “é admirável e tem todo o meu respeito”.

Biólogo há 14 anos com MBA em agronegócios, mestre em Fisiologia, doutor em Aquicultura e proprietário do Sítio Agroecológico Avaí, Jandyr Almeida atualmente executa projetos de agroecologia como ferramenta para o desenvolvimento socioambiental da comunidade onde vive.

A ideia do sítio surgiu em 2017 e os produtos inicialmente eram distribuídos apenas de forma local ou para familiares e amigos. Contudo, hoje, três anos depois, muitas famílias recebem os alimentos produzidos sem o uso de agrotóxicos no sítio. O produtor considera que as redes sociais o ajudaram muito nesse ponto, já que é por lá que ele recebe dos clientes um feedback que o ajuda a trilhar em direção ao sucesso.

“Minha vida antes da crise sempre foi correria. Antes da quarentena o sítio vinha em uma leve agitação com o aumento da horta e dos canteiros, já que a mudança de estação climática permite explorar melhor algumas folhagens produzidas no local. São centenas de itens entregues semanalmente. Um trabalho de colheita, arrumações e entregas muito gratificante”.

O fato é que depois que as pessoas entraram em isolamento social, a demanda por esse tipo de alimento mais saudável aumentou bastante. Ainda assim, Jandyr faz questão de manter a mesma logística de colheita, produção e entrega.

Toda sexta-feira, uma lista é disponibilizada com os produtos do sítio através do WhatsApp. Por essa lista, os clientes selecionam os itens que desejam e os pedidos são processados de acordo com a ordem de chegada. As entregas do Sítio Avaí são realizadas a domicílio todas as segundas-feiras após as 18 horas.

“São centenas de itens entregues semanalmente. Um trabalho de colheita, arrumações e entregas muito gratificante”.

@agroecoavai

Selminha não abre mão do talento da costureira Neide

Como andam as lojas multimarcas mais hypadas da cidade? Como vender, se o cliente não aparece? E como pagar as contas, se as vendas estão paradas? Chegou o momento de reduzir, renegociar, refinanciar e, não menos importante: chegou a hora de se reinventar!

Para Selminha Francisca, dona da multimarcas Selminha Showroom e da novíssima Formatto Lingerie, a crise é muito preocupante, porém, mesmo em meio a tanta tormenta, a empresária segue confiante no futuro, pois tem como base uma trajetória sólida de um trabalho impecável há 26 anos.

Por trás da bela vitrine e das coleções que dão vida à sua label, Selminha conta há anos com o trabalho de Neide, costureira há 52 anos.

“A Neide é uma pessoa que me atende com seus serviços há muitos anos e espero continuar dependendo dela quando isso tudo passar e a vida voltar ao normal. Nossa relação sempre foi ótima e além da área profissional, nós somos amigas e tenho por ela carinho e muita gratidão.”

Neide é uma mulher simpática, casada, mãe de três filhos e avó de três netos, que de repente, viu os pedidos de fabricação ou ajustes de roupas pararem de chegar. O ruído da máquina de costura que predominava no pequeno ateliê localizado na varanda de sua casa, no Lions, simplesmente cessou. A costureira, que aos 13 anos já produzia calças de tecidos pra uma loja local, se viu numa situação nunca antes vivida: o isolamento social por causa de um novo e mortal vírus vindo da China.

“Minha vida antes da crise era normal, estava sempre trabalhando. Já trabalhei muito como costureira fazendo roupa de festa e há 25 anos faço reparos de roupas tanto para a Selminha quanto para vários outros clientes que me procuram. Hoje, nessa situação que estamos vivendo, estou bem na medida do possível, sempre confiando em Deus e tendo fé de que isso tudo vai passar.”

Com tempo livre devido à baixa na procura por reparos em roupas, Neide resolveu botar a mão na massa e fazer suas máquinas trabalharem novamente. Começou a costurar máscaras de tecido, inicialmente para a neta que tem uma hamburgueria artesanal, a Lola Hamburgueria. Em pouco tempo, as pessoas ficaram sabendo e se interessaram pelo novo trabalho da costureira, que da noite pro dia se viu novamente cheia de encomendas: dessa vez de máscaras, vendidas a 5 reais cada.

“O que vou levar dessa crise é que nós tivemos que parar, ficar em casa, e acho que não só eu, mas todo mundo vai dar mais valor à família. As pessoas não conversavam mais, estavam o tempo todo mexendo nos celulares e hoje sinto que elas estão se conhecendo novamente e revendo os seus valores morais e sociais.” – conta ela.

Pro futuro, Neide quer aproveitar o tempo fazendo o que gosta: costurar. A profissional é taxativa ao dizer que depois da crise, suas clientes encontrarão a mesma pessoa: uma mulher positiva e sempre de bem com a vida. A costureira acredita que é pra frente que se anda e superar as dificuldades é o que a faz cada vez mais forte.

“As pessoas não conversavam mais, estavam o tempo todo mexendo nos celulares e hoje sinto que elas estão se conhecendo novamente e revendo os seus valores morais e sociais.”

(22) 99913-3855

Giselle Chequer valoriza o trabalho “raiz” da costureira Beth Perissé

É mais que público e desolador o que o coronavírus vem fazendo com o mercado de moda. Além de ter perdido os principais canais de venda com o fechamento do comércio, o segmento ainda se vê perdendo o apelo de compra, já que num momento de crise, a moda se torna um bem de consumo considerado não essencial se comparado à alimentação e à saúde.

O problema exigiu um reboot de vários lojistas que, agora, apostam nas vendas online e no serviço de delivery.

Giselle Chequer, a dona da tríade fashion Polo, Vivará e Polo Performance, também sentiu os efeitos da crise. A empresária conta que os fornecedores estão se reunindo para voltar a lançar as coleções dentro das estações do ano.

“A crise afetou a todos. Os lojistas como eu, já estavam se questionando, por exemplo, sobre o calendário de lançamento das coleções que não respeitava mais as estações! Agora as fábricas foram obrigadas a nos respeitar. Nada de antecipar coleções como estava acontecendo, em pleno inverno eles queriam lançar uma coleção de verão e vice versa!”

Afinal, com a ascensão da COVID-19, procurar novas formas de manter os clientes interessados é como uma tática de sobrevivência. Isso serve tanto para os grandes empreendedores e ainda mais para os pequenos empreendedores, como é o caso da Beth, costureira com quem Giselle trabalha há pelo menos 10 anos.



“A Beth é uma das profissionais que trabalha comigo desde sempre. É incrível a quantidade de pessoas competentes que nós conseguimos empregar quando valorizamos o trabalho em nossa cidade! Hoje alguns fornecedores estão querendo que as nossas empresas façam parceria direta com eles, porém, se nós optarmos pelo modelo que estão propondo, quebraremos essa cadeia de serviços com profissionais locais!”

Beth, além de costureira, é casada, mãe de três filhos e avó da Maria. Ela viu a procura por seus serviços cair a medida em que o vírus avançava pelo país. A profissional que aprendeu a mexer com linhas e agulhas vendo a mãe trabalhar, costura pra fora desde que teve o seu primeiro filho. Agora, ela se vê insegura diante da situação do Brasil.

De acordo com Beth, costurar é uma arte que precisa ser exercida com muito amor, e para isso, não basta apenas querer costurar bem, tem que existir a paixão pela profissão. Com 34 anos de experiência, a profissional se sente confiante e segue buscando atender todos os clientes que a procuram com excelência e tomando todas as precauções necessárias.

Mas não é segredo pra ninguém que Beth não vê a hora de voltar a fazer além de reparos, roupas e fantasias. Porém, enquanto o caos não acaba, a costureira tem feito máscaras de tecido forradas que são vendidas a 3 por 10 reais para os interessados na proteção. É assim que a pequena empreendedora vem driblando a crise, ajudando a população e conseguindo se manter nesses dias incertos.

“A Beth é uma das profissionais que trabalha comigo desde sempre. É incrível a quantidade de pessoas competentes que nós conseguimos empregar quando valorizamos o trabalho em nossa cidade!

(22) 99961-2569

As pastas de amendoim integral e caseira da Deborah Esmeralda são itens essenciais da lista de compras da Ana Couto

Numa cena clássica do filme “Os Homens Preferem as Loiras”, do ano de 1953, Marilyn Monroe‎ imortalizou a máxima de que “os diamantes são os melhores amigos das mulheres”. Hoje, quase 70 anos depois, no entanto, este extenso relacionamento parece estar ameaçado. Em meio à crise provocada pelo coronavírus, o mercado das joias precisa se reinventar para acompanhar as mudanças do mundo.

Casada, mãe de três filhos e dona de uma label que leva seu nome, Ana sabe disso melhor que ninguém e já busca os meios de sua reinvenção no mercado. Com mais de 11 mil seguidores no Instagram @anacoutojoiasoficial, e respeitadíssima pelo trabalho que executa, desde antes da pandemia, ela já vinha se modernizando e procurando novas maneiras de atingir o público alvo.

Em casa devido à quarentena, além de estudar e ler bastante, Ana tem revisto muitas coisas e dado valor à família e às coisas simples da vida.

“A crise afetou a todos direta e indiretamente. Acho que é um momento muito difícil, pois envolve o que temos de mais precioso: a saúde, a rotina de uma vida inteira e a economia.” – conta a empresária.

Para Ana, o momento é de calma, equilíbrio e evolução. Ela acredita que o que importa no final é o quão bem você caminha através do fogo! E é em casa, respeitando o isolamento social, que a empresária se delicia com as pastas de amendoim da Deborah.

“Eu já compro as pastas dela tem bastante tempo. Além de gostar muito, elas são caseiras, frescas e sem conservantes. Ela também é muito atenciosa e isso me encanta.” – conta Ana.

A pasta de amendoim integral virou item necessário na whislist de quem curte uma dieta saudável e foi nesse sentido que Deborah Esmeralda, nutricionista e mãe de três filhos, viu uma oportunidade.

“Sempre achei estranho quando comprava um pote de pasta de amendoim e tinha aquele óleo por cima. Eu sei que é normal, mas mesmo assim ficava cismada, pois sabia que isso acontecia pelo fato de que entre a fabricação da pasta e o consumo se passava muito tempo, e sempre preferi consumir produtos frescos. Daí resolvi tentar fazer um dia e deu muito certo. Depois de mostrar o produto para alguns familiares e amigos, fomos convencidos a começar a produzir para vender. Acredito que esse seja o diferencial das nossas pastas: elas são frescas.”

Além das pastas, Deborah faz congelados por encomenda como coxinha sem glúten, pão de queijo com inhame e bolinhos saudáveis para a merenda das crianças.

O mais importante para Deborah foi ‘virar a chave’ do medo. Para ela, ‘o medo é um mau conselheiro’ e é esse medo que gera o desespero que paralisa as pessoas. Só quando a profissional conseguiu ultrapassar essa barreira, foi possível se reinventar. A nutricionista acredita que a maior lição que irá tirar dessa crise é a importância da coragem para o sucesso dos projetos.



Mesmo não sendo fácil conciliar filhos, marido e trabalho, Deborah segue trilhando uma carreira rumo ao sucesso.

“É claro, nem toda ajuda do mundo adiantaria se não fosse Deus me dando forças, ou se eu desistisse. Inúmeras vezes pensei em largar tudo, mas sabia que, como diz o livro de Salmos: “o choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã”. – finaliza ela.

“Eu já compro as pastas dela tem bastante tempo. Além de gostar muito, elas são caseiras, frescas e sem conservantes. Ela também é muito atenciosa e isso me encanta.”

@casanozartesanal

A alta gastronomia do novo chef Felipe Vasconcelos que encantou o paladar da fotógrafa Paula Brum

Retratos coloridos, fotografias em preto e branco, crianças sorrindo, books de 15 anos, ensaios pré-wedding, paisagens paradisíacas, casamentos, fotos para formatura e ensaios de gestantes. Esses são alguns exemplos de momentos que podem ser eternizados com apenas um click.

Paula Brum, fotógrafa, mãe de dois filhos e influenciadora digital, é daquelas pessoas que sabem bem como imortalizar os acontecimentos mais importantes da vida de quem a procura.

“Antes de atuar profissionalmente, todo o meu salário era pra comprar rolo de filme. Eu amava fotografar as pessoas, amava me fotografar. Uma coisa que sempre gostei foi de produzir as pessoas, vê-las bonitas e depois tirar fotos.”  Conta Paula.

Durante a crise, a profissional continua trabalhando, porém de forma consciente e respeitando todas as medidas protetivas. Antes das regras de isolamento social, a agenda de Paula Brum estava cheia de ensaios para convites de formatura, porém essas fotos teriam que reunir as famílias dos formandos, incluindo idosos. Por conta do risco de contágio do novo coronavírus, os ensaios precisaram ser reagendados para um futuro próximo pós pandemia.

Com uma agenda abarrotada de ensaios de 15 anos e de belas grávidas, Paula está focando seu tempo para atender as gestantes, já que essas não podem esperar o fim do isolamento para registrar esse momento único em suas vidas.

Com mais tempo livre para ficar em casa com o marido e as crianças, Paula faz questão de comer bem e vez ou outra convida à sua casa o chef Felipe Vasconcelos que prepara pratos impecáveis. Dono de um talento incrível e um alto profissionalismo na cozinha, especializado em churrasco gaúcho e cursando o último período da faculdade de Gastronomia, o jovem chef é uma das mais belas e instigantes novidades em Itaperuna. Por mais que a cidade tenha bons pratos em restaurantes bem frequentados, Paula acredita que faltava um “quê” de um profissional de cidade grande, coisa que, segundo ela, Felipe tem de sobra.

“O Felipe é criativo, conhece as técnicas da culinária e é solícito ao pedido do cliente, o que faz toda a diferença pra qualquer profissional: saber o que o cliente quer e trazer isso.” – conta a fotógrafa.

Felipe Vasconcelos é um jovem apaixonado pela gastronomia que sonha em trazer o melhor do mercado gastronômico para a região. Trabalhando como Personal Chef, ele atende à domicílio. Levar o melhor da alta gastronomia para a casa de seus clientes, proporcionando uma autêntica experiência gastronômica é certamente o seu diferencial.

Com essa atitude e atento ao momento atual, o jovem de 23 anos se reinventou através do delivery. Com os mesmos parâmetros de qualidade, o chef criou um menu variado que semanalmente traz pratos novos.

“Disso tudo que vem acontecendo no Brasil e no mundo, eu levo comigo o aprendizado de que sempre é preciso se reinventar. Sair da zona de conforto não é fácil, mas, é fundamental em qualquer momento da vida.” – finaliza ele.

“O Felipe é criativo, conhece as técnicas da culinária e é solícito ao pedido do cliente, o que faz toda a diferença pra qualquer profissional: saber o que o cliente quer e trazer isso.”

@cheffelipevasconcelos


 




Diretor de conteúdo

JOVENS EMPREENDEDORES