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EMPREENDEDORISMO

JOVENS EMPREENDEDORES

Quem são os jovens empreendedores itaperunenses que romperam a bolha do medo da crise e reconfiguraram totalmente seus negócios para serem relevantes na vida pós Covid-19.

Visão além do alcance

Quem são os jovens empreendedores itaperunenses que romperam a bolha do medo da crise e reconfiguraram totalmente seus negócios para serem relevantes na vida pós Covid-19.

Se a pandemia virou o mundo de cabeça para baixo e deixou milhões de empresários e profissionais liberais de cabelo em pé com o temor de perder clientes, receita e consequentemente as suas empresas, vários outros aproveitaram para ressignificar ou mesmo reconstruir todo seu modelo de negócios. Enquanto uns se desesperaram e cruzaram os braços à espera de soluções governamentais ou até mesmo divinas, vários outros trataram logo de expurgar a tal zona de conforto e fizeram do limão amargo da pandemia a melhor limonada que poderiam saborear. Não é novidade pra ninguém que os processos tecnológicos já vinham corroendo os tradicionais modelos de negócio e gestão, mas o coronavírus fez o planeta dar um loop de 180 graus e trouxe a tecnologia e todas as suas nuances e possibilidades para o centro da mesa de qualquer tamanho de empresa.

ESTILO OFF foi atrás de alguns desses empreendedores disruptivos que estão conseguindo mexer-se com alta desenvoltura nesse momento.

Vem conhecer as mudanças que o Bruno AlmeidaWanderson WigandeVitor Dutra e o casal Bruno e Stephanie Abreu estão promovendo em seus negócios para se alinharem ao novo mundo pós Covid.

Móveis express

Bruno Almeida aposta num projeto que vai construir móveis planejados em tempo recorde

Bruno é daquele tipo de jovem que não consegue parar e vive em constante processo de análise, estudo e ação para entender o momento em que está inserido e agora mais do que nunca para adaptar-se aos modelos de negócio para o “novo normal” que está chegando.

Se o coronavírus chegou ao país em março mexendo com tudo e todos, ele já estava a quase dois anos iniciando outros negócios e a pandemia só o fez acelerar o processo de transformação do que já vinha trabalhando. Bruno está praticamente focado full time na sua Prátice Mob, uma empresa que nasceu com DNA inovador, conectada com os novos padrões de comportamento e oferecendo soluções, segundo ele, onde todos ganham. O modelo de negócio proposto por ele é preparar apartamentos para locação ou venda, aumentando o lucro dos investidores e oferecendo uma solução completa e prática para quem vai morar.

Como? Bruno tenta sintetizar.

“Em resposta aos acontecimentos motivados pelo coronavírus, visualizamos a necessidade de conseguir mais capilaridade no setor, então decidimos estruturar uma subdivisão para atender não só investidores, mas também consumidores de móveis personalizados. Então nasceu a Prátice Mob Home. A maior parte dessa quarentena está sendo dedicada a estudar e testar o novo modelo de negócio. Estamos criando novos processos, investimento em máquinas para aumentarmos nossa produtividade e inserindo muita tecnologia para otimização de todas as etapas do negócio, o que vai nos possibilitar uma gestão estratégica baseada em dados ainda mais completos”. Diz o jovem empreendedor.

Atento aos movimentos de mercado

Ciente de que o smartphone praticamente virou a extensão do corpo de uma pessoa e é através dele que milhões de consumidores tomam suas decisões, Bruno mergulhou quase todo seu processo no modo online. E ele explica.

“Nós sabemos que atualmente mais de 80% das vendas começam online. As pessoas primeiro pesquisam na internet antes de comprar qualquer coisa hoje em dia, ou seja, a venda começa ali, na tela do celular. Entendemos que oferecer apenas um produto ou uma solução sem estar aliado a uma ótima experiência não é mais motivo para alguém escolher comprar de você, por isso a experiência do cliente é um dos principais pilares da Prátice Mob. Estamos focados em oferecer um atendimento encantador e por isso estamos transformando nosso site em um pré atendimento digital, onde o cliente começa a criação dos móveis ali mesmo. Através de um formulário interativo, ele começa respondendo sobre quais ambientes deseja mobiliar, o estilo que mais gosta, a paleta de cores que mais agrada, o tipo de puxador, quais pontos considera mais importantes, o valor que pretende investir, o melhor dia para a visita técnica, a data que precisa de tudo montado na sua casa e mais alguns detalhes complementares, além de poder inserir fotos e medidas dos ambientes. Essas informações vão direto para a nossa base de dados e se distribuem em plataformas, onde o setor de vendas e projetos são informados imediatamente. Tudo isso irá agilizar muito o nosso processo, pois o prazo de entrega passou a ser um fator muito importante na hora da venda, e em um mundo conectado, ninguém quer esperar mais 30, 40 dias para ter um produto, o desejo é sempre pra ontem”.

E o futuro?

“De uma maneira geral, no setor de móveis planejados existem muitos gargalos a serem resolvidos, pois o processo é longo e envolve uma série de fatores, mas enxergo isso como oportunidade de fazer diferente e melhor. Temos muitos planos para o médio e longo prazo que envolve a escala do modelo de negócio. Nosso radar já está ligado lá na frente, mas nesse primeiro momento o foco é colocar tudo em prática, testar, pivotar, ganhar tração e depois pensar na estratégia de escala. O momento é muito delicado e de muitas incertezas, mas a maneira como enfrentamos é determinante para sairmos ainda mais motivados e fortes. Como diria Geraldo Vandré, ´quem sabe faz a hora e não espera acontecer´. Vamos pra cima”! Finaliza Bruno.

@pratice_mob

Tudo isso irá agilizar muito o nosso processo, pois o prazo de entrega passou a ser um fator muito importante na hora da venda, e em um mundo conectado, ninguém quer esperar mais 30, 40 dias para ter um produto, o desejo é sempre pra ontem

 

Contabilidade 2.0

Wanderson Wigande fez um reboot digital e aposta na nova Contabilidade Consultiva como fórmula atual e de sucesso

Um dos jovens empresários itaperunenses que logo tratou de buscar a luz no fim do túnel para se salvar dos efeitos econômicos negativos do coronavírus foi Wanderson Wigande, a mente criativa à frente da ContabilMed, empresa de contabilidade que gere a vida financeira de profissionais da saúde e muitas outras empresas de ramos distintos.

“Acredito que a pandemia do coronavírus é a oportunidade para tornar todos os negócios digitais e tirar o máximo proveito das tecnologias disponíveis. Sabe aquele ditado que diz que ´em toda crise, uns choram e outros vendem lenços´? Pois é, respeitando muito a questão de saúde da população, mas trazendo essa perspectiva pro lado dos negócios, acredito que com o online, estaremos do lado dos que vendem lenços e assim transformaremos a crise em oportunidade para sermos melhores, mais eficientes e muito mais digitais.” Afirma Wanderson.

E como está sendo a mudança?

Wanderson esteve presente no fim de 2019 em São Paulo na maior conferência de Contabilidade e Tecnologia da América Latina e lá já se anunciava que haveria uma mudança drástica na forma de se fazer contabilidade num prazo de três a cinco anos. Assim como inúmeras áreas do mercado, o efeito coronavírus só fez alterar de forma súbita o fator tempo. Ou seja, dos três a cinco anos previstos naquela conferência, o prazo virou o “agora”. E foi assim que ele imergiu de cabeça na tal da Contabilidade Consultiva.

E o que seria essa Contabilidade Consultiva? Wanderson explica.

“Contabilidade Consultiva é o modelo de negócios no qual o contador atua de forma mais próxima dos empresários, com o foco no relacionamento com o cliente, utilizando-se de todos os mecanismos para diagnosticar e cuidar da saúde das empresas. Esse modelo não deixa de realizar as atividades comuns à contabilidade, como apurar fluxo de caixa e orçamentos anuais, controlar passivos fiscais, despesas fixas e variáveis. Mas esse não é o foco. O foco do contador-consultor é adotar estratégias de marketing de relacionamento e inovação onde puder. É uma nova visão da contabilidade, mais moderna e com maior valor agregado”.

Vamos simplificar?

“Hoje já temos projetos piloto em andamento, onde toda a parte financeira da empresa é contabilizada em tempo real e em plataforma em nuvem, onde fica fácil aos empresários terem conhecimento de seus números e tomarem suas decisões. Parece simples, mas nem todos os empresários possuem essas informações, ou seja, administram no escuro, sem estratégia de negócios. Estamos fazendo investimentos em nossa área de TI, aplicações em Marketing Digital, APP´s, reformulação de nosso site, plataforma de gestão de negócios, inteiramente em nuvem, onde possibilitaremos integrações dos clientes com governo, banco e etc”. Resume o empresário.

“A contabilidade não se resume a questões tributárias, somos o médico das empresas e não podemos nos contentar em só preencher relatórios, temos que transformar profundamente a vida das pequenas empresas, que são o motor propulsor da geração de riqueza e isso é uma das únicas formas de mudar a realidade desse país. Nesse pouco espaço de tempo de quarentena levantamos nossa vela e direcionamos nosso barco a navegar por novas águas e cientes que mar calmo não fazem ótimos marinheiros”. Finaliza.

http://www.cntcontabilmed.com.br/

@contabilmed

Estamos fazendo investimentos em nossa área de TI, aplicações em Marketing Digital, APP´s, reformulação de nosso site, plataforma de gestão de negócios, inteiramente em nuvem, onde possibilitaremos integrações dos clientes com governo, banco e etc

 

Bruno e Stephanie Abreu

Do coworking à moda sustentável, o casal de jovens empreendedores já se antecipava aos sinais de mudança de comportamento e consumo.

Por Vitória Pontes
Foto Paula Brum

Se a crise por conta do coronavírus começou em março, o casal de jovens empreendedores Bruno e Stephanie Abreu, sempre esteve um passo à frente quando falamos em inovação contra crises. Há 10 meses eles criaram o primeiro Coworking de Itaperuna e atendem pequenos empresários com talento, porém sem grandes verbas, e os disponibilizam um local ideal e moderno para receber seus clientes.

Depois do início da crise, um levantamento mostrou que além da dificuldade de acesso a crédito, os pequenos negócios também enfrentam queda no faturamento. Quase 88% dos empresários ouvidos pelo SEBRAE viram seu faturamento despencar e a estimativa é de que as empresas não terão dinheiro para pagar as contas se permanecerem fechadas por muito mais tempo. O momento vivido pelo mundo afeta a saúde e também a economia.

Quando o Coworking salva o pequeno empreendedor

Para encarar essa fase crítica, todos os setores têm sentido certa dificuldade ao ajustar o planejamento de recursos às necessidades do negócio. É aí que o coworking se faz tão importante: além de economizar, o cliente pode utilizar um escritório compartilhado com condições sob demanda.

“Imagine um espaço onde várias empresas e profissionais liberais compartilham o mesmo ambiente de trabalho, dividindo entre si as despesas gerais e os locais de área comum. Pense num local onde é possível trocar experiências com outros profissionais de áreas de atuação e de empresas diferentes, fazendo com que seja criada uma rede de networking fantástica? Agora considere que isso tudo é possível gastando um valor bem menor do que se o novo empreendedor montasse o seu próprio escritório?” Conta Bruno.

Então, seria o coworking a solução dos pequenos empreendedores pós crise?

Depois de pesquisar bastante e ver que não tinha condições de abrir sozinho um escritório de contabilidade, Bruno Abreu, de 27 anos, formado em ciências contábeis, percebeu que esse não era um problema apenas de cidades grandes, já que em Itaperuna existiam outros profissionais que se encontravam na mesma situação que ele. Foi assim, através da necessidade de ter um espaço onde pudesse fazer reuniões e receber seus clientes, que o Elite Coworking se tornou além de uma solução, um empreendimento de sucesso.

Ela já olhava pra sustentabilidade bem antes do coronavírus

Bruno é casado com Stephanie Abreu, proprietária da Stephanie Abreu Collection, uma loja de roupas e sapatos com uma pegada sustentável. Stephanie é daquelas garotas que pensam e voam longe. A jovem já se preocupa há anos em trazer para a cidade um mercado que já é promissor no mundo da moda. Agora, numa época em que nunca se falou tanto em preservação e valorização do trabalho local, Stephanie se sente em casa. É com essa pegada super consciente que a jovem, bem antes da pandemia, decidiu investir pesado numa marca que evidenciasse os valores de preservação do bem mais precioso da humanidade: os recursos naturais.

O casal já vem se reinventando há tempos e o coronavírus veio para mostrar que eles estavam no caminho certo. Por acreditarem que o caos no mundo se deve à forma exagerada em como os seus recursos são usados e enxergarem o que está acontecendo como uma oportunidade para que as pessoas saiam da zona de conforto, o casal é taxativo ao dizer que acredita que as pessoas sairão dessa com um novo olhar para o capitalismo.

“Muita gente não sabe de fato o que é um Coworking. Existe uma certa dificuldade em entender um projeto novo e tão diferente em Itaperuna, porque parece coisa de cidade grande. Mas depois que nós explicamos o conceito, as pessoas percebem o quanto é necessário e bacana um lugar com diversos profissionais e funcionalidades, além de ter salas completamente equipadas que podem ser alugados para reuniões.” – conta Stephanie.

STEPHANIE ABREU E SEUS POWER SHOES PRODUZIDOS COM JUTA, GARRAFAS PET E CORDA. TODOS VEGANOS E PRODUZIDOS ARTESANALMENTE.

No Elite Coworking, as salas de atendimento podem ser locadas por hora avulsa pelo valor de R$ 35,00 e existe um plano mensal de 16 horas diárias que sai por R$ 250,00. Já a sala de reunião e o auditório saem a partir de R$ 55,00 a hora.

Se o mercado pós pandemia exige adaptabilidade, mobilidade, economia de recursos, consciência coletiva e sustentável, o casal Bruno e Stephanie Abreu só prova que eles já estavam ao menos 10 casinhas à frente de muitos na cidade.

@elitecoworkingitaperuna

@stephanieabreucollection_loja

Pense num local onde é possível trocar experiências com outros profissionais de áreas de atuação e de empresas diferentes, fazendo com que seja criada uma rede de networking fantástica? Agora considere que isso tudo é possível gastando um valor bem menor do que se o novo empreendedor montasse o seu próprio escritório?

 

Adaptação na medida certa

Atitude nunca foi tão necessária, especialmente nos negócios digitais

Por Alice Piermatei

@agenciakaya no Evento DELLAS da Estilo OFF.

Se antes da pandemia a Agência Kaya já buscava fazer diferente na maneira de produzir conteúdo, se posicionar e gerir colaboradores (e clientes), nesse período cinzento trazido pelo novo coronavírus foi adicionada à receita da agência uma dose extra de adaptação!

Nascida em 2019, a Kaya tem rapidamente se tornado referência em produção de conteúdo criativo e informativo para redes sociais e sites. Seus clientes são de segmentos diversos, mas boa parte deles é composta por médicos – e outros profissionais da área da saúde. Assim como todo mundo a agência tinha grandes planos para 2020 e, como todo mundo, também viu parte desses planos precisar ser adiada e surgir a necessidade de adaptação.

Em termos práticos, toda a equipe da agência passou a trabalhar de casa, por home office, e a organização de produção, bem como as reuniões, passaram a ser on-line e quase diárias. A medida foi tomada para proteger tanto os membros da Kaya e suas famílias, quanto os próprios clientes. Já na parte criativa a adaptação teve que ser maior.

A primeira ação foi tomar consciência de que, independente do segmento, todos os clientes seriam afetados em maior, ou menor grau, pela pandemia. Por isso foi incentivado que parte do conteúdo produzido no período fosse educativo, voltado para explicar aos seguidores sobre formas de contágio e como se proteger. Além de informar quais medidas os clientes da Kaya estavam tomando para proteger seus próprios clientes.

Mas a forma como a agência organiza sua produção de conteúdo já favorece esse tipo de adaptação e, especialmente, as trocas entre os colaboradores. A equipe é dividida em duplas de criação, assim elas podem se dedicar melhor ao conteúdo dos seus respectivos clientes. Há também bastante liberdade criativa para os creators, que podem apresentar e discutir suas ideias diretamente com as marcas/médicos. Um outro diferencial é que todos os membros da Kaya têm acesso à planilha que monitora todo o conteúdo produzido pela equipe, e assim todos podem contribuir uns com os outros em suas criações.  É a tal da gestão horizontal, tão necessária nos dias de hoje.

Vitor Dutra, CEO e fundador da Agência Kaya, avalia o momento econômico atual e reforça que para crescer, é preciso se adaptar, especialmente agora: “O modelo tradicional de negócio vai mudar muito, quem não acompanhar a velocidade vai ficar para trás. Nós da Kaya, por exemplo, estamos em casa, mas com acesso a todas as ferramentas para executar o trabalho. Já não fazemos mais distinção dos dias, todo dia virou dia útil. Como um dos nossos focos é a produção de conteúdo, a necessidade com que essas informações precisam ser transmitidas mudou absurdamente. Então toda uma adequação para atender essa demanda precisou ser feita de maneira muito assertiva. “

Ele ainda faz uma avaliação sobre o futuro da Agência Kaya: “Essa pausa forçada na rotina de trabalho tem sido motivo de reflexão. Como precisamos nos adaptar rápido, um outro horizonte se abriu e abraçamos as possibilidades. O mercado fica mais competitivo e a oferta de serviço especializado vai ser fundamental para alguns segmentos, em especial o da Kaya.”

Momentos como esse que estamos vivendo, de pandemia, onde o mundo todo viu sua rotina mudar rapidamente, exige que a forma de organização dos próprios negócios também mude. Apesar das adversidades, novas possibilidades e novos formatos de negócio podem surgir e para aproveitar as oportunidades, não há dúvida: é preciso se adaptar.

@agenciakaya

Essa pausa forçada na rotina de trabalho tem sido motivo de reflexão. Como precisamos nos adaptar rápido, um outro horizonte se abriu e abraçamos as possibilidades. O mercado fica mais competitivo e a oferta de serviço especializado vai ser fundamental para alguns segmentos, em especial o da Kaya.





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