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ESTILO DE VIDA

Dica para 2021? Olhe à sua volta…

Tutorial para um novo ano

*Artigo escrito por Laura Pinho (no Instagram, @laurafpinho)

C omeçando um novo ano, uma nova década, é de praxe que façamos uma análise do nosso caminho até aqui, um check-up de valores e atitudes, enfim, uma autoavaliação. Então, me veio à mente o filósofo americano moderno Jim Rohn. Ele afirmou: “nós somos a média das cinco pessoas com quem mais convivemos”.

 


Veja que ele não disse que somos a média das pessoas que mais admiramos ou com quem mais gostaríamos de parecer. Ele afirma que somos a média das cinco pessoas com quem mais passamos tempo. Acaba sendo algo involuntário. Meio osmose. Entram nessa lista nossa família nuclear (os mais próximos, que convivem sob o mesmo teto). Faz sentido: somos produto desse meio a partir do momento que nascemos. Todavia, note que seremos também produto do convívio com o melhor amigo, com o crush, com o parceiro de trabalho, com o colega de escola, com o cliente mais frequente, com o veterinário do pet. Durante esse ano de Ensino Remoto, posso colocar nesse grupo a categoria “Alunos”. Como educadora, passei várias horas do meu dia com eles. E tive a sorte (alinhamento cósmico?) de desfrutar da convivência com meninos e meninas de coração muito nobre. Enfim, somos influenciados, modificados e, quiçá, aperfeiçoados, pelas cinco pessoas com quem mais convivemos.


Só essa informação em si já é inquietante. No entanto, o que proponho, é uma análise inversa dessa filosofia. Sim: pessoas também serão produto do convívio comigo. Avalie o poder e a responsabilidade dessa logística. É como aquela frase do tio de Peter Parker: “com grande poder vem grande responsabilidade” (diga-se de passagem, essa frase tem origem na Revolução Francesa, mas essa é outra história). Portanto, em tempos em que muito tem se versado sobre a impaciência, agressividade e desrespeito das pessoas, não seria pertinente considerar a minha contribuição para esse quadro e, ainda mais importante, meu poder para modificá-lo?


2020 não foi um ano agradável. Sofremos demais e choramos pra cachorro. Esse é o meu desafio pessoal para o começo de 2021: ser instrumento de inspiração e esperança para as pessoas que mais convivem comigo e absorver o melhor do que vejo e admiro nas pessoas com quem convivo. Estendo esse desafio a você.
Sem lugar comum e sem pieguice: não seria a solução mais fácil e viável para um 2021 mais humanizado?




Redatora & parceira

Alfredão

As “medusas” estão por toda a parte: uma análise breve sobre a história de Medusa e a atualidade.