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ATITUDE

Pra onde o rio correr

Percebi que tudo que escrevo ou digo ultimamente, incluo as palavras Esperança e Gratidão, e ao mesmo tempo concluo que essa é a minha prática; venho vivendo assim mesmo; estou grata por tudo e todos que cruzaram meu caminho até hoje. Por aqueles que já não tenho ao meu lado, oro por eles sempre, e aos que ainda estão caminhando por aqui comigo, ofereço todo meu afeto, até onde consigo chegar, claro. E quanto à Esperança, além de termos aprendido que é a “última que morre”, penso ser assim que conseguiremos seguir em frente.
Hoje mesmo escutei de uma amiga ter pensado que 2020 seria um ano leve devido às várias crises que já vínhamos atravessando; acaba que o ano se finda, muitas dúvidas, medos e inquietações nos rodeando. E aí? Estamos conseguindo enxergar uma luz no fim do túnel? Será a lua ou o farol de um trem? Volto novamente à Esperança! Quem convive comigo imagino que perceba que não costumo ser nem um pouco pessimista, até porque se ainda estou por aqui, sem ter noção nenhuma de até quando, opto por uma vida rica de significados, até onde eu conseguir colaborar, fazendo a minha parte. Com minha liberdade de ir ou ficar, de rir ou chorar, de cair e levantar.

Continua


Tenho uma das pessoas, daquelas amadas demais, que a gente quer fazer de tudo pro tempo não correr, só pra aproveitarmos mais um pouquinho juntas… Uma vez ela me pediu pra escrever sobre Ciúme; naquele momento pensei ser uma tarefa bastante fácil; tratava-se de uma palavra tão banal, eu pesquisaria o significado no google e acrescentaria minhas ideias. O tempo passou, não pesquisei, e o tema nunca me abandonou; inclusive no meu trabalho, pude perceber que esse bendito (?) ciúme aparece de várias formas… Ciúme agressivo, violento, invejoso, competitivo, cheio de imposições, doentio… E ainda tem gente que se sente amada assim!
Qual seria o nosso exercício de casa cada vez que algo do tipo nos acontece? Primeiro perceber o que aconteceu, qual foi o gatilho que fez aquele sentimento vir à tona, para daí tentarmos chegar na causa. Geralmente vem de uma enorme insegurança, de um desejo de não dividir o espaço com outro alguém; de ser a única criatura a dar ordem por ali. Ou seja, um complexo de inferioridade (tantas vezes pintado como superioridade!) que necessita urgentemente de cura. E quanto mais “acordados” estivermos, mais teremos chance da nossa consciência ficar no lugar certo.

Sofra pelo real, e não pela sua idealização; faça um balanço, fique com o que lhe é bom, e deixe ir embora o que você inventou. Mas faça o exercício direitinho!

Você sabia que muitos de nós sentimos saudade daquele agressor, daquilo que tanto doeu? Vocês conhecem muitas mocinhas que se apaixonaram pelo sequestrador? Por que será? O que tanto nos falta? Gente, nossa consciência precisa acordar; “desperta tu que dormes!”. O mundo e nós não aguentamos mais tanto sofrimento; viva seus enfrentamentos pessoais necessários e liberte-se das amarras inconscientes para tentarmos trilhar um caminho com menos pedras, olharmos para o “Vale” com menos lágrimas nos olhos, enxergarmos mais os verdes que nos disseram ser o tom da Esperança… 

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Sou a pessoa da alma, das emoções, mas o outro exercício de casa é aprendermos a racionalizar em algumas situações! Colocar cada um e cada coisa no seu lugar! Menos romantismo ao levar um tapa no rosto (pra não dizer na cara!)! Nem sempre o que idealizamos ou o que enxergamos é real! Nem tudo o que acontece de disfuncional na sua vida “faz parte”; você pode e deve escolher! Conhecemos e nos identificamos com o Mito do Amor Romântico… Ele está aí perto de você, ou ficou nos livrinhos de história da adolescência? 

Sofra pelo real, e não pela sua idealização; faça um balanço, fique com o que lhe é bom, e deixe ir embora o que você inventou. Mas faça o exercício direitinho! O desencanto pela metade não costuma fechar portas! Abra os olhos para aprender, finalmente, que aquilo que lhe pertence, jamais erra o caminho pra lhe encontrar. Mas cabe a você estar atento, atenta. 

Continua

E, meu último pedido de hoje: seja gentil com suas versões passadas, pois elas não sabiam o que você sabe hoje. Perdoe-se, e siga em frente com dignidade pessoal e intransferível. E eu, continuo aqui… Esperando e esperançando o tempo da Paz.  

E que venha 2021! 

 




Vibe Positiva

As lições de um ano chamado 2020